27 de abr. de 2010

Essa tal liberdade...

"Por que será que quando temos alguém queremos estar sozinhos e quando estamos sozinhos queremos ter alguém?
Não entendo porque rondam tantas indecisões em minha mente , quando aparecem oportunidades de mudar.Talvez seja o medo de sofrer novamente ou aquela "armadura" que colocamos no coração quando algo ruim acontece... Parece que nada mais nos emociona ou nos abala,sinto que parei para observar a vida passar...    
Quem já sofreu por amor sabe bem do que estou falando.Com o tempo você teima em pensar que ninguém mais será capaz de te fazer feliz, faça ele o que fizer para provar o contrário.
Não importa quem seja, desde o Brad Pitt ou um simples amigo que apaixonou-se por voce, tua mente insiste em dizer que não dará certo e voce por sua vez luta para não ouvi-la.
Muitos fatores podem interferir em nosso pensamento, talvez  a maturidade alcançada, sofrimentos alheios, por exemplo milhares de casamentos que hoje vemos terminar por motivos fúteis,ou até  o fato de se procurar tanto que quando encontramos não damos o devido valor  e acreditamos que mais uma vez dará errado.
Por muitas vezes pare pra pensar o que quero da vida, estudar, me casar, viver sozinha? Como qualquer outra mulher tenho sonhos, mas com o passar do tempo percebo que não preciso devidamente concretiza-los para ser feliz.Nossa felicidade pode estar nas simples coisas, em poucos mas valiosos momentos e sorrisos do que aquele bela carreira promissora ou um belo marido de criar inveja...
Mudanças nos trazem conflitos,aliás, já me senti assim diversas vezes na vida...mas não pensem que é um sentimento bom,é horrível sentir que nem mesmo voce sabe o que quer da vida, e não saber o que isso dára me traz aflição...
Essa tal liberdade, o medo de perde-la, o medo de uma nova frustração ou de começar algo e só depois enxergar que não era a hora. Porém, quem vai me dizer quando será a hora senão meu coração.Preciso  de tempo, sentir tudo novamente, fazer tudo que tenho vontade para me decidir.
Hoje de uma coisa tenho certeza: só sei que nada sei...."

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